Enquanto isso…

Enquanto não voltamos às leituras online coletivas,
gostaria de compartilhar com vocês:

“SUGESTÕES DE LEITURA: UM PANORAMA DA LITERATURA DRAMÁTICA”

1. Ésquilo, Agamenon 2. Ésquilo, As Coéforas 3. Ésquilo, As Euménides 4. Ésquilo, Prometeu Agrilhoado 5. Sófocles, Antígona 6. Sófocles, Édipo Rei 7. Sófocles, Electra 8. Sófocles, Filocteto 9. Eurípides, As Bacantes 10. Eurípides, As Troianas 11. Eurípides, Hipólito 12. Eurípides, Medeia 13. Eurípides, Os Ciclopes 14. Aristófanes, Lisístrata 15. Aristófanes, As Nuvens 16. Aristófanes, As Rãs 17. Menandro, O Díscolo 18. Séneca, Tiestes19. Plauto, O Soldado Fanfarrão 20. Terêncio, O Eunuco II 21. Anónimo medieval, Todomundo 22. Anónimo medieval, A Farsa do Mestre Pathélin 23. Gil Vicente, Auto da Barca do Inferno 24. Gil Vicente, Auto da Índia 25. Gil Vicente, O Juiz da Beira 26. Gil Vicente, O Pranto de Maria Parda 27. Gil Vicente, Quem Tem Farelos? 28. Gil Vicente, Farsa de Inês Pereira 29. Angelo Beolco, o Ruzante, A Comédia Mosqueta 30. Pedro Calderón de la Barca, O Grande Teatro do Mundo 31. Pedro Calderón de la Barca, O Príncipe Constante 32. Pedro Calderón de la Barca, A Vida É Sonho 33. Lope de Vega, Fuenteovejuna 34. Lope de Vega, O Melhor Juiz, o Rei 35. Fernando de Rojas, A Celestina 36. Maquiavel, A Mandrágora III 37. Christopher Marlowe, Eduardo II 38. William Shakespeare, A Fera Amansada 39. William Shakespeare, A Tempestade 40. William Shakespeare, Hamlet 41. William Shakespeare, Henrique V 42. William Shakespeare, Júlio César 43. William Shakespeare, Macbeth 44. William Shakespeare, Medida por Medida 45. William Shakespeare, Otelo 46. William Shakespeare, Rei Lear 47. William Shakespeare, Ricardo III 48. William Shakespeare, Romeu e Julieta 49. William Shakespeare, Sonho de uma Noite de Verão 50. William Shakespeare, Titus Andronicus 51. Ben Jonson, Volpone IV 52. Pierre Corneille, A Ilusão Cómica 53. Pierre Corneille, O Cid 54. Jean Racine, Britanicus 55. Jean Racine, Fedra 56. Jean Racine, Berenice 57. Molière, O Avarento 58. Molière, Don Juan 59. Molière, O Burguês Fidalgo 60. Molière, O Doente Imaginário 61. Molière, Tartufo 62. Carlos Goldoni, Arlequim, Servidor de Dois Amos 63. Carlos Goldoni, A Estalajadeira 64. António José, o Judeu, Guerras do Alecrim e da Manjerona 65. António José, o Judeu, Vida de D. Quixote e do Seu Escudeiro Sancho Pança 66. Pierre de Marivaux, Arlequim Polido pelo Amor 67. Pierre de Marivaux, A Disputa 68. Pierre de Marivaux, A Ilha dos Escravos 69. Pierre Caron de Beaumarchais, O Casamento de Fígaro 70. Alfred de Musset, Lorenzaccio 71. Heinrich von Kleist, A Bilha Quebrada 72. Friedrich Schiller, Maria Stuart 73. Johann Wolfgang von Goethe, Fausto 74. Georg Büchner, Woyzek 75. Victor Hugo, Ernani 76. Edmond Rostand, Cyrano de Bergerac 77. Alexandre Dumas, A Dama das Camélias 78. Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa V 79. Nikolai Gogol, O Inspector Geral 80. Ivan Sergevich Turgeniev, Um Mês no Campo 81. Henrik Ibsen, Casa de Boneca 82. Henrik Ibsen, Hedda Gabler 83. Henrik Ibsen, O Pato Selvagem 84. Henrik Ibsen, Peer Gynt 85. Henrik Ibsen, Os Pilares da Sociedade 86. Henrik Ibsen, Solness, o Construtor 87. Henrik Ibsen, Um Inimigo do Povo 88. August Strindberg, A Menina Júlia 89. August Strindberg, A Dança da Morte 90. August Strindberg, A Mais Forte 91. August Strindberg, Credores 92. August Strindberg, A Peça-Sonho 93. Anton Tchekhov, A Gaivota 94. Anton Tchekhov, As Três Irmãs 95. Anton Tchekhov, Ivanov 96. Anton Tchekhov, O Cerejal 97. Anton Tchekhov, O Pedido de Casamento 98. Anton Tchekhov, O Urso 99. Anton Tchekhov, Os Malefícios do Tabaco 100. Anton Tchekhov, Tio Vânia 101. Maxim Gorki, Pequenos Burgueses 102. Maxim Gorki, Os inimigos 103. Maxim Gorki, O Abrigo Nocturno 104. Leonid Andreyev, O que Leva Bofetadas 105. Vladimir Maiakowski, O Percevejo 106. Frank Wedekind, O Despertar da Primavera 107. Frank Wedekind, O Espírito da Terra 108. Gerhart Hauptman, Os Tecelões VI 109. Oscar Wilde, A Importância de ser Prudente 110. Eugène Labiche, O Chapéu de Palha da Itália 111. Georges Feydeau, Com a Pulga atrás da Orelha (Chat en poche) 112. Maurice Maeterlinck, Peleas e Melisande 113. Maurice Maeterlinck, A Intrusa 114. Sch.-Anski, O Dibuk 115. Arthur Schnitzler, Anatol 116. Arthur Schnitzler, Dança de roda 117. Alfred Jarry, Ubu Rei 118. Bernard Shaw, Pigmalião 119. Bernard Shaw, Major Bárbara 120. Bernard Shaw, A Profissão da Sra. Warren 121. J. M. Synge, O Valentão do Mundo Ocidental 122. Sean O’Casey, Juno e o Pavão 123. Ernst Toller, Homem-massa 124. Georg Kaiser, Da Manhã à Meia-Noite 125. Georg Kaiser, Gás 126. Luigi Pirandello, Seis Personagens à Procura de um Autor 127. Luigi Pirandello, Esta Noite Iimprovisa-se 128. Luigi Pirandello, Assim É Se Lhe Parece 129. Luigi Pirandello, Henrique IV 130. Eugene O´Neill, Desejo sob os Olmos 131. Eugene O´Neill, Longa jornada para a noite 132. Clifford Odets, A Vida Impressa em Dólar (Awake and Sing) 133. John Steinbeck, Ratos e Homens 134. Lillian Hellman, Calúnia (The Children’s Hour) 135. Lillian Hellman, As Pequenas Raposas 136. William Inge, Piquenique 137. Arnold Wesker, A Cozinha 138. Arnold Wesker, Raízes 139. Thornton Wilder, A Nossa Cidade 140. T.S. Eliot, Assassinato na Catedral 141. J.B Priestley, O Tempo e os Conways 142. John Osborne, Juventude em Revolta (Look back in anger) 143. Shellagh Delaney, Um gosto de mel VII 144. Michel de Ghelderode, A Rainha Morta 145. Jean Anouilh, A Cotovia 146. Jean Anouilh, A Orquestra 147. Paul Claudel, O Livro de Cristóvão Colombo 148. Federico Garcia Lorca, A casa de Bernarda Alba 149. Federico Garcia Lorca, Bodas de Sangue 150. Federico Garcia Lorca, Yerma 151. Ramón de Valle-Inclán, Divinas Palavras 152. Rafael Alberti, Noite de Guerra no Museu do Prado 153. Bertolt Brecht, Baal 154. Bertolt Brecht, Na Selva das Cidades 155. Bertolt Brecht, A Ópera de Três Vinténs 156. Bertolt Brecht, As Espingardas da Mãe Carrar 157. Bertolt Brecht, Um Homem é um Homem 158. Bertolt Brecht, A Boa Alma de Sechuan 159. Bertolt Brecht, O Círculo de Giz Caucasiano 160. Bertolt Brecht, Vida de Galileu 161. Bertolt Brecht, Mãe Coragem 162. Bertolt Brecht, Terror e Miséria no III Reich 163. Albert Camus, Calígula 164. Albert Camus, Estado de Sítio 165. Jean-Paul Sartre, Entre Quatro Paredes (Huis-clos) VIII 166. Arthur Adamov, Pingue-pongue 167. Eugène Ionesco, A Cantora Careca 168. Eugène Ionesco, As Cadeiras 169. Eugène Ionesco, A Lição 170. Samuel Beckett, À Espera de Godot 171. Samuel Beckett, Fim de Partida 172. Samuel Beckett, Acto Sem Palavras 173. Samuel Beckett, A Última Gravação 174. Samuel Beckett, Oh, que Belos Dias! 175. Fernando Arrabal, Piquenique no Front 176. Fernando Arrabal, O Arquitecto e o Imperador da Assíria 177. Fernando Arrabal, Cemitério de Automóveis 178. Jean Genet, O Balcão 179. Jean Genet, As Criadas 180. S. Mrozeck, Emigrantes 181. Harold Pinter, A Volta ao Lar 182. Harold Pinter, O Amante 183. Peter Handke, O Enigma de Kaspar Hauser 184. Peter Handke, Insulto ao Público IX 185. Tennessee Williams, Um Eléctrico Chamado Desejo 186. Tennessee Williams, O Jardim Zoológico de Cristal (The Glass Menagerie) 187. Arthur Miller, Morte de um caixeiro viajante 188. Arthur Miller, As Bruxas de Salém 189. Edward Albee, A História do Jardim Zoológico (Zoo Story) 190. Edward Albee, Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? 191. Friedrich Dürrenmatt, A Visita da Velha Senhora 192. Max Frisch, Andorra 193. Max Frisch, Biderman e os Incendiários 194. Max Frisch, A Muralha da China 195. Peter Weiss, Marat/Sade 196. Rainer Marie Fassbinder, As Lágrimas Amargas de Petra von Kant 197. Franz Xaver Kroetz, Trabalho ao Domicílio 198. Heiner Muller, Hamlet-machine 199. Heiner Muller, O Horácio 200. Heiner Müller, Medeamaterial 201. Marguerite Duras, Dias Inteiros nas Árvores 202. Peter Shaffer, Equus 203. Edward Bond, Salva 204. Edward Bond, Lear 205. Dario Fo, A Morte Acidental de um Anarquista 206. Dario Fo, Não Se Paga, Não Se Paga 207. Jean-Claude Grumberg, O Atelier 208. José Triana, A Noite dos Assassinos 209. Bernard-Marie Koltès, Combate de Negro e de Cães 210. Bernard-Marie Koltès, Roberto Zucco 211. Bernard-Marie Koltès, A Solidão nos Campos de Algodão 212. Sam Shephard, Criança Enterrada 213. Athol Fugard, Laços de Sangue 214. Athol Fugard, Master Harold… e os Meninos 215. Tom Kempinski, Dueto a Solo 216. José Sanchis Sinisterra, Sobre Piolhos e Atores 217. Michael Frayn, Copenhagen 218. Sarah Kane, Blasted X 219. António Ferreira, A Castro 220. Júlio Dantas, A Ceia dos Cardeais 221. António Patrício, O Fim 222. António Patrício, Pedro, o Cru 223. Raul Brandão, O Doido e a Morte 224. Almada Negreiros, 1+1=1 225. Fernando Pessoa, O Marinheiro 226. José Régio, O Meu Caso 227. Bernardo Santareno, O Judeu 228. Miguel Torga, O Mar 229. Luís de Stau Monteiro, Angústia para o Jantar 230. Luís de Stau Monteiro, Felizmente Há Luar 231. Jaime Salazar Sampaio, Junto ao Poço 232. Jorge de Sena, O Indesejado 233. Jorge de Sena, O Mar 234. Nelson Rodrigues, O Boca de Ouro 235. Nelson Rodrigues, Vestido de Noiva 236. Dias Gomes, O Pagador de Promessas 237. Dias Gomes, O Santo Inquérito 238. Jorge Andrade, Pedreira das Almas 239. Ariano Suassuna, O Auto da Compadecida 240. Gianfrancesco Guarnieri, Um Grito Parado no Ar 241. Oduvaldo Vianna Filho, Mão na Luva 242. Plínio Marcos, Navalha na Carne 243. Plínio Marcos, Dois Perdidos numa Noite Suja 244. Natália Correia, A Pécora 245. Luísa Costa Gomes, Nunca Nada de Ninguém 246. João Santos Lopes, Às Vezes Neva em Abril 247. Abel Neves, Além as Estrelas São a Nossa Casa 248. Jacinto Lucas Pires, Universos e Frigoríficos 249. Pedro Eiras, Passagem 250. Jorge L. Figueira, Xmas Qd Kiseres

Leitura Online Pública

HOJE, ÀS 21 HORAS, NO PLOC, LEITURA DE
ENTREVISTA COM O DEVORADOR DE RATOS

O texto teatral ENTREVISTA COM O DEVORADOR DE RATOS, de Rogério Viana, jornalista, autor e diretor de produção teatral de Curitiba (PR), será lido hoje, às 21 horas, via SKYPE e dentro da programação do PLOC – Programa de Leitura Online Coletiva idealizado pela artista Renata Nunes, em parceria com o projeto “Dramaturgias Itinerantes”.

A leitura será realizada por Esperidião Duarte e Cristiana Carvalho, ambos do Rio de Janeiro. Duarte é ator, dramaturgo; Cristiana é Atriz formada na Cal, Integrante do Grupo Teatral Nós do Morro, Professora de teatro e Produtora do grupo e fanpage Comunidade Artistas

Por se tratar de uma leitura online, via conferência no SKYPE, é necessário que os interessados em ouvirem a leitura adicionem seu perfil no perfil do projeto- “leituraonline” para, assim, poderem ouvir a leitura e, depois, já com o microfone aberto, participarem dos comentários e discussão do texto que foi lido com os atores-leitores e com o autor.

ENTREVISTA COM O DEVORADOR DE RATOS já teve leitura pública (de mesa), em outubro do ano passado, na SP ESCOLA DE TEATRO, dentro do projeto SP DRAMATURGIA.

http://spescoladeteatro.org.br/noticias/ver.php?id=2472

Rogério Viana, o autor do texto, tem uma longa trajetória no jornalismo e há cerca de 11 anos começou a escrever para cinema e teatro. Seu histórico pessoal e profissional pode ser acessado no link

http://www.spescoladeteatro.org.br/enciclopedia/index.php/Rog%C3%A9rio_Viana

Quem quiser acompanhar a leitura poderá fazê-la, também, com o texto disponível para leitura. Ele poderá ser lido e baixado no formato PDF no link

https://programadeleitura.files.wordpress.com/2013/05/entrevistacomodevoradorderatos-jan2011-011.pdf

Adeus, Robinson

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O ciclo de “Julio Cortázar” que escolhemos ler essa semana,
foi extraído do livro: “Adeus, Robinson e outras peças curtas”, onde reúnem-se quatro peças teatrais escritas pelo autor em diferentes épocas de sua vida.

As duas primeiras, se agrupam sob o nome de “Dois jogos de palavras” e são aquelas em que fica mais difícil encontrar algum tipo de metáfora com significado subjacente.
Talvez tenha sido mesmo essa a idéia do argentino: expressar-se, sem ter compromisso com o social ou alguma outra causa.

A primeira das duas peças, “Peça em três cenas” parece uma história sobre desencontros sentimentais, fugir daquilo que esperam de nós e de depois voltar a como éramos. Triste, de fato.

A segunda é “A temporada das pipas”. Nela também há o estranhamento com os atos e falas dos personagens, mas em certos momentos há como uma lucidez, mais pungente porque vinda no meio da divagação, como no trecho em que Davi diz: “É bom ficar só. Aos poucos a gente começa a pensar. Não é fácil, porque a máquina costuma estar enferrujada. Mas aos poucos, primeiro uma idéia, depois outra, depois outra, depois uma ponte unindo as duas, a terceira passando por cima…” Nesta peça é mais fácil seguir o fio condutor dos eventos e algumas relações com a vida real (por falta de termo melhor para isso que vivemos) podem ser feitas, mas não sem risco de estarmos interpretando demais.

A terceira peça, em seguida, é “Nada para Pehuajó”. Escrita nos anos 70, a peça já mostra um Cortázar mais maduro, mais consciente, que parece escolher com mais cuidado as metáforas e alusões. A história pode ser simplesmente o que é ou pode ser mais, muito mais: uma crítica a instituições, à burocracia e até ao povo. Peça um pouco caótica, dada a quantidade bastante grande de personagens em cena, mas excelente.

Fecha o livro o roteiro radiofônico de mesmo nome. Fã e profundo conhecedor da obra “Robinson Crusoé”, de Daniel Defoe, Cortázar propõe nessa peça a volta de Crusoé à ilha em que vivera durante anos. Acompanhado de Sexta-feira, o canibal que “salvara” e “civilizara”, Robinson vê-se surpreso em uma ilha que se modernizou muito e que já não mais reconhece como sendo “a sua ilha”. É a peça mais clara e mais facilmente compreensível do livro, desde que se tenha algum conhecimento da história do livro de Defoe. Uma bela e oportuna metáfora que é revelada ao fim do roteiro.

            Talvez a obra teatral de Julio Cortázar não seja muito extensa, mas é com certeza muito interessante, pela variedade de temas com que consegue lidar e pela maneira fluida com que os expressa.

Dia produtivo

Oi queridos,

que dia mais movimentado nas conexões online!

Começamos hoje com a leitura rápida de um texto do Tennessee Williams- Porque você fuma tanto, Lily? no “Test-Drive” explicando rapidamente como funciona a dinâmica dentro do “PLOC”.

Quem testou dessa vez, foram as fofas @susan sampaio e @alessandra prista da silva.

Em seguida tive a companhia de meus queridos na leitura das 21 horas do texto de Arthur de Azevedo-O Oráculo com:

@suely pinheiro raimundo
@alessandra prista da silva
@susan sampaio
@thiago theo.

e nesse caso, devo admitir que foi tão gostoso ouvir o texto saltar a partir da voz do outro,

que fiquei triste quando acabou. =(

Claro que não deu muito tempo da tristeza permear, porque a releitura do mesmo já estava agendada para as 23 horas com pessoas diferentes que foram:
@esperidião duarte
@gustavo cavalieri
@lino naderer
@mauro rubens

@jailma correa (ouvinte)

Iupi, que dia mais produtivo. E amanhã tem bem mais, com “Cinco Sketches” de Harold Pinter as 21 horas.

 

Leitura diária

Incrível essa leitura noturna!
Mudamos o texto em última instância devido ao número de leitores online. ♥
Dessa vez foi: HAROLD PINTER (tradução português de Portugal): “A comemoração”.

Muito obrigada pela presença online queridos,
foi um prazer imensoooo!!

@mauro com seu sotaque de português de Portugal (genial!),
@ramon gustaff + o personagem “empregado” que arrancou o riso incontrolável de todos,
@rogerio viana “tomou conta direitinho de seu restaurante/ estabelecimento”,
@gustavo cavalieri, desenhou nossos caminhos com as rubricas e o personagem “russell” e
eu @renata nunes, que no fim das contas dei voz a 3 personagens que quase me deixaram maluca! Ahahahahaha.

E que venham os próximos que essas leituras estão cada vez mais produtivas.

beijos e até!

Well done

Agora de manhã tivemos uma leitura às 11.
Já é a quarta vez que nos jogamos aqui pelo PLOC em outra língua. =)

Hoje, fizemos a releitura de um texto absurdo de “Harold Pinter” chamado “Last to Go” em inglês.
Dois personagens:
um BARMAN (Mauro Rubens) e
o (jornaleiro) NEWSPAPER SELLER (Renata Nunes)

E que venha a próxima semana com mais textos e companhia divertida!

Beijos em todos e uma ótima sexta-feira